Um sistema de videovigilância revelou-se decisivo para travar um alegado furto num prédio de habitação em Erpeldange. O proprietário estava de férias e acompanhava o imóvel à distância, através das câmaras que ali tinha instalado. Foi assim que reparou em algo fora do comum: uma mulher entrava e saía repetidamente do edifício.
Perante o padrão de movimentos, alertou a Polícia Grã-Ducal. Quando os agentes chegaram, encontraram três mulheres no interior do prédio e sinais de arrombamento. A perícia foi chamada ao local para recolha de vestígios. Por ordem do Ministério Público, as três suspeitas foram detidas e, na manhã seguinte, presentes a um juiz de instrução.
Noutro registo da semana, um despiste terminou com o condutor de uma mota encarcerado sob um rail de segurança, em Strassen. Os serviços de socorro tiveram de o libertar. As lesões eram graves, mas a vida do motard não corria perigo. Seguiu para o hospital e o teste de alcoolemia deu resultado negativo. As circunstâncias do embate continuam a ser apuradas.
As trotinetes eléctricas voltaram, entretanto, ao centro das preocupações de segurança rodoviária. Em poucos dias, foram três as ocorrências, todas com feridos. Em Esch-sur-Alzette, uma pessoa caiu ao que tudo indica por descuido próprio, sem outro veículo envolvido, e sofreu ferimentos, entre eles na cabeça. A inspecção ao aparelho reservou uma surpresa: o velocímetro indicava velocidades até 55 km/h, muito acima do limite autorizado para este tipo de veículo.
Em Ehlerange, um ciclista acabou ferido após um embate com uma trotinete numa ciclovia. Também ele seguiu para observação hospitalar, com as circunstâncias por esclarecer. Já no Limpertsberg, um utilizador perdeu o controlo sem aparente intervenção de terceiros, bateu com a cabeça no espelho retrovisor de um carro estacionado e ficou gravemente ferido. O teste de alcoolemia acusou um valor elevado. A trotinete, essa, estava em conformidade com as regras em vigor.


