A Organização Mundial da Saúde contabilizou, até ao momento, sete casos compatíveis com hantavírus a bordo de um luxuoso cruzeiro que partiu da Argentina com destino às Canárias. Desses casos, cinco são considerados suspeitos e outros dois confirmados através de análises laboratoriais. Até agora, foram registados três óbitos, uma pessoa encontra-se hospitalizada em estado crítico e outras três manifestam sintomas ligeiros. Apesar de a doença poder apresentar uma alta taxa de letalidade, consoante a estirpe do vírus, o risco de epidemia é considerado baixo.
De acordo com a mesma fonte, as autoridades sanitárias estão a monitorizar a situação de perto. As recomendações incluem medidas de prevenção e vigilância rigorosas para limitar a propagação do vírus. Os passageiros e a tripulação estão a ser submetidos a testes e a receber orientações sobre como proceder em caso de sintomas.
A situação é levada a sério, tendo em conta que o hantavírus é uma doença grave transmitida por roedores e pode levar a complicações significativas na saúde. Segundo informações publicadas pelo jornal, a capacidade de resposta das autoridades de saúde pública está a ser mobilizada para garantir que a situação não evolua para uma crise maior.
Com o acompanhamento constante da situação, as entidades competentes esperam que, com tempo e as precauções adequadas, seja possível controlar a disseminação do vírus e proteger a saúde dos envolvidos.


