A situação no Peru continua a ser tensa, com várias regiões do país a enfrentarem uma crescente instabilidade. Durante os últimos dias vários países têm emitidos avisos aos seus cidadãos para várias áreas deste país da América do Sul, reflectindo a necessidade de prudência para quem planeia visitar o país.
As zonas mais críticas incluem determinadas áreas da província de Huancavelica, como os distritos de Wanca e Concepción, além de partes da província de Satipo. As regiões de Tayacaja e Churcampa, na mesma província, também estão sob um nível 3 de alerta, que indica que é imperativo que não se realizem viagens. As advertências vigoram ainda sobre os distritos de La Mar e Huanta, em Ayacucho, e sobre áreas sombreadas da província de Convencion, em Cusco, bem como na zona de fronteira com a Colômbia e Loreto.
Noutro grau de risco, as áreas da fronteira com a Colômbia e o Brasil, incluindo o distrito de Mariscal Ramón Castilla, em Loreto, estão em nível 2, onde se pede que não se façam viagens que não sejam essenciais. As exceções a estas recomendações incluem a capital Lima e a cidade de Callao, que têm um nível 1, onde é aconselhável tomar precauções adicionais.
De acordo com a comunicação social do país, uma declaração de estado de emergência foi emitida para Lima, Callao e algumas áreas particularmente afectadas nas montanhas do Peru e na zona fronteiriça. As tensões sociopolíticas permanecem elevadas, com a possibilidade de protestos a surgirem de forma repentina e provocarem interrupções significativas, como o encerramento de estradas e aeroportos. A famosa ferrovia que leva a Machu Picchu também pode ser encerrada, o que poderia deixar viajantes retidos no local.
Os turistas precisam de estar cientes de que, em locais turísticos como Lima, Cusco, Machu Picchu, e outras áreas conhecidas, há um aumento de crimes como roubos à mão-armada, furtos e assaltos nas ruas. Recomenda-se que mantenha um alerta constante.


