A internacionalização das empresas angolanas ganha, esta semana, um dos seus maiores palcos do ano. Mais de dois mil expositores, oriundos de 22 países, participam na 41.ª edição da Feira Internacional de Luanda (FILDA), decorre ao longo de seis dias na Zona Económica Especial Luanda-Bengo. O propósito é claro: mostrar o que o país produz e abrir caminho a novos negócios.
Sob o lema «Produzir e inovar localmente, vencer globalmente», o certame reúne empresas, investidores e instituições públicas em torno da apresentação de produtos, projectos e soluções. O ambiente foi pensado para estimular o investimento, valorizar a produção nacional e reforçar a presença das empresas angolanas nos mercados externos. Um objectivo ambicioso, que a organização faz questão de sublinhar a cada edição.
A província da Huíla assume desta vez o papel de mascote do evento. Escolhida para estar em destaque, aproveita a montra para dar a conhecer as suas potencialidades económicas e atrair investimento para sectores-chave da economia provincial. É uma vitrina dentro da vitrina.
Os números do ano passado ajudam a medir a dimensão do encontro. Segundo o jornal Expansão, a 40.ª edição, realizada em 2025, ficou marcada pela celebração dos 50 anos da independência nacional e reuniu mais de 2.100 expositores de 18 países, atraindo cerca de 130.000 participantes ao longo dos dias de realização. A edição deste ano alarga o leque de países representados e mantém a fasquia elevada.


