Experiências científicas, oficinas práticas e exposições interactivas transformam a Feira USP e as Profissões num espaço de descoberta para visitantes interessados em áreas que vão da evolução dos vertebrados à genética. Segundo o Jornal da USP, o estande da Estação Ciência recebe exposições itinerantes como «Papo Cabeça» e «Artefactos Pré-colombianos», enquanto o Parque CienTec apresenta experiências e actividades acompanhadas por estudantes e mediadores da Universidade de São Paulo. A proposta passa por aproximar o público da ciência através da educação não formal e do contacto directo com diferentes áreas do conhecimento.
A programação inclui «Leishmaniose na bancada», no estande do Instituto de Ciências Biomédicas. A actividade percorre o ciclo de vida do parasita Leishmania, as formas de transmissão e a incidência da doença no Brasil, recorrendo a microscópios e lupas para observar lâminas, insectos e materiais de criação. Uma oficina permite confeccionar réplicas de animais pré-históricos a partir de moldes, enquanto o Instituto de Biociências propõe uma demonstração de extracção de ADN de frutas. A matemática também entra no programa, os «Quadrados mágicos» desafiam os participantes a distribuir números de modo a obter somas iguais em linhas, colunas e diagonais.
O património cultural da universidade ganha espaço com a «Mandala do Património da USP», instalação interactiva patente dedicada a monumentos, tradições e experiências da vida estudantil. Está ainda prevista uma simulação de ressuscitação cardiopulmonar. Ciência aplicada, participação e curiosidade se cruzam.
A programação fecha com novas propostas no Instituto de Ciências Biomédicas. Os visitantes podem explorar o universo das proteínas através de práticas e elementos visuais ligados à proteómica e observar uma exposição de macrofotografia que mostra imagens de grande detalhe e os métodos utilizados para as produzir. O conjunto de actividades, segundo o Jornal da USP, procura tornar conceitos científicos mais acessíveis através da experimentação e do contacto próximo com investigadores, estudantes e mediadores.



