Mais de uma centena de infracções ao código da estrada foram detectadas em poucos dias, fruto de uma vaga de fiscalização que apanhou automobilistas ao telemóvel, condutores sem carta e trotinetes eléctricas adulteradas em vários pontos do Grão-Ducado. As operações decorreram entre 9 e 10 de Setembro e mobilizaram dezenas de agentes, de acordo com a Polícia Grã-Ducal.
Na auto-estrada A3, junto à fronteira com França e na capital, os controlos saldaram-se em cerca de 70 infracções. Vinte e seis condutores foram multados por usarem o telemóvel ao volante — uma falta que custa 250 euros e quatro pontos na carta. Outros dez receberam uma advertência paga de 49 euros pelo uso indevido dos quatro piscas. Dois circulavam sem carta de condução válida. Uma mota acabou apreendida.
A atenção virou-se depois para a mobilidade suave. A 10 de Setembro, a fiscalização estendeu-se a todo o país e abrangeu 102 veículos eléctricos ligeiros e onze das chamadas “fatbikes”, num balanço de 38 infracções. Dez veículos foram apreendidos por excederem a velocidade máxima permitida por lei: três trotinetes e sete “fatbikes”. Noutros sete casos, os próprios donos abdicaram voluntariamente das trotinetes que não cumpriam as regras. Circular no passeio, conduzir com auscultadores ou transportar outra pessoa no mesmo veículo estiveram entre as faltas registadas.
Algumas ocorrências saíram da norma. Numa trotinete seguiam dois menores; noutra, o condutor tinha menos de dez anos. Registaram-se ainda duas cartas de condução retiradas, uma delas por recusa do teste de alcoolémia. No total, 57 agentes participaram nesta operação, distribuída pelas quatro regiões policiais do país.


