Um robô de quatro patas a executar um salto mortal lateral, comandado pelas mãos de um adolescente — a cena resume bem o tom de uma jornada que cruzou alta tecnologia com memória desportiva. Seguiram-se demonstrações de veículos inteligentes, filmadas de telemóvel em punho, e uma primeira e desajeitada tentativa de segurar num taco de críquete.
A iniciativa integra o programa «Cem jovens de ascendência chinesa de França em viagem pela China», que decorreu a 24 de julho em Hangzhou, capital da província oriental de Zhejiang. Segundo o China News Service, agência que acompanhou e fotografou a deslocação, o grupo repartiu o dia entre a Universidade de Tecnologia de Zhejiang e o Museu dos Jogos Asiáticos de Hangzhou.
No museu, foram os robôs a monopolizar as atenções. As máquinas expostas atraíram os visitantes mais novos, que se detiveram longamente diante delas — mais tempo, ao que parece, do que perante as vitrinas convencionais. O espaço documenta a edição dos Jogos Asiáticos acolhida pela cidade e o respectivo programa de modalidades.
No campus universitário, a agenda tornou-se prática. Os participantes assistiram a exibições de condução autónoma e tiveram acesso directo aos controlos dos robôs quadrúpedes, testando-lhes os limites acrobáticos. Depois, trocaram a electrónica pelo relvado: o críquete, modalidade do programa competitivo dos Jogos Asiáticos de Hangzhou, foi experimentado pelo grupo em sessão aberta.


