Conhecer uma instituição do tamanho e da diversidade da Universidade de São Paulo, para lá do posto onde se vai efectivamente trabalhar, passou a fazer parte da recepção aos novos servidores técnicos e administrativos. As actividades de integração, promovidas mensalmente pelo Departamento de Recursos Humanos (DRH), funcionam como porta de entrada para esse universo. Mostram como a universidade funciona, a sua trajectória e o papel que desempenha na sociedade.
Desde Abril de 2024, altura em que o programa arrancou, já se realizaram cerca de 25 destas sessões. Cada uma ocupa um dia inteiro, contabilizado como dia de trabalho, e divide-se em duas etapas. De manhã, os recém-chegados obtêm uma visão panorâmica da instituição — a sua dimensão, a forma como o campus se inseriu no crescimento da capital paulista, o peso que hoje tem na cidade.
À tarde, o tom muda. Entram as questões técnicas e as obrigações contratuais: benefícios, sistemas de gestão, registo da jornada de trabalho. É a parte mais burocrática, pensada também para quem chega sem conhecer a casa e precisa de se familiarizar com as ferramentas do dia a dia. Sempre que a agenda o permite, o percurso inclui ainda o «Giro Cultural», uma visita ao campus assegurada pela Pró-Reitoria de Cultura e Extensão Universitária (PRCEU).
«Percebemos que existem muitas dúvidas. Há colaboradores que já são alunos e conhecem a USP, mas também há quem não tenha qualquer noção sobre a instituição. Por isso começamos com uma apresentação geral, mostrando os espaços que ocupa e a relevância que tem em São Paulo. À tarde entramos na parte do funcionário: contratação, benefícios e demais aspectos burocráticos», explica Lucilene Cristina de Andrade, responsável pela Divisão de Centro de Serviços Compartilhados em Recursos Humanos do DRH, em declarações citadas pelo Jornal da USP. O retorno dos participantes, garante, tem sido positivo.


