Uma sucessão de intervenções policiais, entre tentativas de assalto, controlos rodoviários e um número invulgar de queixas de ruído, marcou os primeiros dias de julho em várias regiões do Luxemburgo, reflectindo um período de intensa actividade para as forças de segurança do país. Em Mertert, a polícia procura ainda um ou mais suspeitos de uma tentativa de assalto, com diversas patrulhas a realizar buscas na área circundante. As autoridades apelam a quem aviste indivíduos suspeitos que contacte de imediato o número de emergência 113, alertando ainda a população para não aceitar boleias de desconhecidos, como medida de precaução.
Em Troisvierges, uma tentativa de furto numa residência da Rua dos Prés terminou com a detenção do suspeito. Um indivíduo tentou entrar no imóvel através de uma janela, mas foi surpreendido pelo morador e obrigado a fugir. Pouco depois, foi localizado e detido no âmbito de uma operação de busca, tendo sido apresentado a um juiz de instrução por ordem do Ministério Público.
Também à noite, a polícia realizou dois controlos de alcoolemia, um em Boevange, na rua Am Lëtschert, e outro em Brouch, na estrada de Arlon, no âmbito de operações de fiscalização rodoviária. O primeiro decorreu entre as 21h00 e as 22h00. Dos 61 condutores submetidos a testes, apenas um apresentou resultado positivo; foi ainda registada uma infracção por utilização de aparelho electrónico ao volante. No segundo controlo, entre as 22h45 e as 23h45 em Brouch, dos 120 condutores testados, sete apresentaram teor alcoólico positivo, resultando em avisos e autos de infracção, com apreensão do documento de condução de um dos visados.
A nível nacional, as últimas 24 horas registaram ainda mais de 70 chamadas relacionadas com queixas de ruído, um número que as autoridades associam sobretudo a situações já resolvidas ou não confirmadas à chegada das patrulhas. O aumento das ocorrências tem reforçado o debate sobre os efeitos da poluição sonora na qualidade de vida e sobre a necessidade de campanhas de sensibilização, numa área em que a colaboração da população é vista como determinante para reduzir o número de intervenções.

