A direcção do Museu Nacional de Arqueologia, História e Arte (MNAHA) vai ganhar um novo reforço a partir de 1 de Janeiro de 2027, com Berglind Fridriks a assumir o cargo de directora-adjunta. A nomeação completa a nova organização da liderança do maior instituto cultural do Estado luxemburguês, que passará a contar com a directora Tania Brugnoni e os directores-adjuntos Régis Moes e Berglind Fridriks, com responsabilidades complementares nas áreas estratégica, organizacional e científica.
A decisão foi aprovada pelo Conselho de Governo sob proposta do ministro da Cultura, Eric Thill, devendo a nomeação ser submetida a S.A.R. o Grão-Duque. Segundo o Governo do Luxemburgo, a nova configuração pretende reforçar a governação do MNAHA e criar uma estrutura capaz de acompanhar o desenvolvimento da instituição e as suas missões de conservação, investigação, valorização e transmissão do património nacional.
Nascida em 1969, Berglind Fridriks é diplomada pelo IAE Nancy, da Universidade Nancy 2, onde concluiu um mestrado em direito, economia e gestão, com especialização em gestão de recursos humanos. Conta com mais de 20 anos de experiência, tendo exercido funções de direcção em escritórios internacionais de advogados e no sector financeiro luxemburguês. Dirigiu também as operações de um instituto de investigação, ficando responsável pelo conjunto das funções de apoio. Desde o início de 2025 trabalha na Direcção da Defesa, onde acompanha dossiers ao nível da União Europeia e da NATO e representa o Luxemburgo em formatos multilaterais.
Eric Thill considera que esta experiência constitui uma mais-valia para responder aos desafios actuais do MNAHA. De acordo com o Governo do Luxemburgo, o ministro da Cultura destacou particularmente o percurso de Berglind Fridriks na gestão de recursos humanos em ambientes internacionais e institucionais exigentes, considerando que a nova estrutura de direcção reúne competências complementares para reforçar o trabalho do maior instituto cultural do país.



