Seis autocarros ficaram completamente destruídos pelas chamas num incêndio que exigiu uma resposta rápida e coordenada para impedir que o fogo alastrasse às infra-estruturas próximas. Não há feridos a lamentar.
O alerta foi dado por volta das 22h00 de ontem. Quando as primeiras equipas do Corps grand-ducal d’incendie et de secours (CGDIS) chegaram ao local, os seis veículos já ardiam por completo, num cenário que exigiu decisão imediata.
A dimensão do sinistro obrigou a uma operação de fôlego. Sete Centros de Incêndio e Socorro (CIS) foram chamados a intervir, e foi precisamente esse esforço conjunto que permitiu dominar as chamas em pouco tempo. O trabalho articulado das várias corporações evitou o pior — a propagação do fogo às estruturas adjacentes, que poderia ter transformado um avultado prejuízo material numa ocorrência de contornos bem mais sérios.
A rapidez da mobilização revelou-se determinante. Circunscrito o foco, a situação ficou controlada sem consequências para as pessoas, resultado que, perante seis viaturas em chamas, esteve longe de ser garantido.


