A empresa que representa Moçambique nos projectos de hidrocarbonetos, a ENH, encontra-se rodeada de biliões de dólares em dívidas a companhias petrolíferas internacionais. Esta situação está a dificultar a tão aguardada redução do preço das botijas de gás, cuja produção se iniciou na Província de Inhambane em 2025. Segundo a comunicação social de Moçambique, a ENH tem gerado preocupação entre os consumidores, que esperavam ver uma diminuição nos preços dos produtos energéticos.
Recentemente, foi realizada uma reunião que assinalou um marco significativo no desenvolvimento nacional, com a inauguração de uma nova fábrica que visa potenciar o sector. Contudo, a situação das dívidas da ENH é um obstáculo considerável que impede a plena realização dos projectos e a consequente melhoria das condições de vida para muitos moçambicanos.
A falta de medidas concretas para resolver esta questão financeira levanta interrogações sobre o futuro da indústria do gás no país. As autoridades locais têm sido pressionadas a encontrar soluções viáveis que permitam a estabilização dos preços, fundamental em tempos de crescente inflação e crise económica.
A expectativa dos cidadãos é que, através de um esforço concertado entre as entidades envolvidas, seja possível reverter esta realidade e garantir um acesso mais acessível ao gás em Moçambique, beneficiando assim famílias e empresas em todo o território nacional.


