As forças de segurança francesas estarão em grande número durante uma manifestação agendada para o fim de semana, em homenagem a um activista de extrema-direita que foi assassinado. O ministro do Interior anunciou que o país procura controlar a ira provocada pela morte violenta que é atribuída à extrema-esquerda.
Quentin Deranque, de 23 anos, faleceu devido a ferimentos na cabeça após ser atacado por pelo menos seis indivíduos à margem de um protesto contra um político do partido La France Insoumise (LFI), na cidade de Lyon, na semana passada.
A morte de Deranque intensificou as tensões à medida que se aproximam as eleições municipais no próximo mês e as presidenciais no ano seguinte, onde o partido Rassemblement National (RN) é visto como a força em ascensão para conquistar a presidência.
O presidente Emmanuel Macron, que está no último ano do seu mandato, reafirmou que não deve haver lugar em França para movimentos que “adotem e legitimem a violência”, apelando tanto à extrema-direita como à extrema-esquerda para que melhorem as suas atitudes.


