O consumo excessivo de álcool esteve na origem de duas detenções ao longo da última noite de fim-de-semana, uma junto às urgências de um hospital, a outra num estabelecimento nocturno. Ambos os homens acabaram sob custódia policial. E, nos dois casos, a intervenção só terminou quando os agentes garantiram que já não havia perigo.
O primeiro episódio ocorreu por volta das 23h30, no serviço de urgências do Hospital do Kirchberg, em Luxemburgo. Um homem gritava de forma descontrolada e recusava qualquer colaboração com o pessoal clínico. A certa altura, terá mesmo tentado cuspir sobre os funcionários da unidade. Fortemente alcoolizado, punha em risco a própria integridade e a de quem o rodeava. A Polícia Grã-Ducal manteve-o detido até recuperar a sobriedade.
Uma hora depois, repetia-se um cenário semelhante — desta vez em Esch-sur-Alzette. Uma chamada por barulho nocturno levou os agentes a um estabelecimento da cidade cerca das 00h30. Quando a música parou e os clientes se dispersaram, um homem visivelmente embriagado permaneceu no local. Ignorou as sucessivas ordens para sair. Depois, tentou regressar por diversas vezes. O comportamento cada vez menos cooperante ditou a sua condução para a detenção policial.


