Um jornalista americano foi sequestrado no Iraque, enquanto as autoridades prosseguem com as investigações. Segundo informações publicadas pela AFP, CBS e NBC, o Departamento de Estado dos Estados Unidos confirmou que o sequestrador está ligado a milícias apoiadas pelo Irão que operam no território iraquiano.
O Ministério do Interior do Iraque declarou que o sequestrado, cuja identidade ainda não foi revelada, foi raptado por indivíduos não identificados em Bagdad. As forças de segurança conseguiram deter um suspeito e apreender um veículo utilizado no crime. De acordo com o ministério, as operações para localizar os restantes envolvidos no sequestro estão a ser intensificadas, com o intuito de garantir a libertação do jornalista e de processar todos os responsáveis de acordo com a lei.
O jornalista sequestrado foi identificado como Shelly Kittleson, uma freelancer que colabora com o meio de comunicação especializado em questões do Médio Oriente, “Al Monitor.” Segundo o mesmo meio, Kittleson reside em Roma, Itália, e possui uma vasta experiência em coberturas na região. Alex Plitsas, um analista de segurança nacional da CNN que actua como contacto de emergência nos EUA para Kittleson, informou que o governo americano está a monitorizar a situação com a máxima atenção.
Este incidente ressalta os riscos a que estão expostos os jornalistas que trabalham em zonas de conflito e a importância de medidas de segurança eficazes para a proteção desses profissionais que se dedicam a informar o público.


